UAEM Brasil

A UAEM Brasil na 67ª Assembleia Mundial da SaúdeA UAEM Brasil na 67ª Assembleia Mundial da SaúdeA UAEM Brasil na 67ª Assembleia Mundial da Saúde

De 19 a 24 de maio, acontece a Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, Suíça. A UAEM tem sua delegação na AMS, que este ano foca em três pontos: a resistência a antibióticos, a implementação das recomendações do CEWG e a campanha pela acessibilidade de novos tratamentos para hepatite C.

Sara Helena Pereira, Coordenadora da UAEM Brasil, faz parte da delegação e vai tuitar os pontos altos da Assembleia.

Acompanhe também as novidades da 67ª AMS pelo blog da delegação da UAEM que está por lá.

Leia abaixo a Carta de Posicionamento da UAEM diante desta 67ª Assembleia

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Mundial da Saúde (clique nas imagens para baixar em .pdf):

De 19 a 24 de maio, acontece a Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, Suíça. A UAEM tem sua delegação na AMS, que este ano foca em três pontos: a resistência a antibióticos, a implementação das recomendações do CEWG e a campanha pela acessibilidade de novos tratamentos para hepatite C.

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Sara Helena Pereira, Coordenadora da UAEM Brasil, faz parte da delegação e vai tuitar os pontos altos da Assembleia.

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Relato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na Basiléia

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

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Carta aberta em apoio à reforma da lei de propriedade industrialCarta aberta em apoio à reforma da lei de propriedade industrialCarta aberta em apoio à reforma da lei de propriedade industrial

Nós, acadêmicos, pesquisadores e profissionais de instituições acadêmicas e de pesquisa no Brasil, manifestamos nosso apoio às iniciativas, em trâmite no Congresso Nacional, que visam à reforma da lei de propriedade industrial (lei 9.279/1996) na perspectiva da saúde pública. Essas iniciativas têm como foco a proteção da saúde da população brasileira e a garantia da efetivação do direito à saúde enquanto direito fundamental de cada cidadão. Uma breve análise dessas medidas relacionadas à proteção da saúde pública está ilustrada no quadro abaixo.

Nós, acadêmicos, pesquisadores e profissionais de instituições acadêmicas e de pesquisa no Brasil, manifestamos nosso apoio às iniciativas, em trâmite no Congresso Nacional, que visam à reforma da lei de propriedade industrial (lei 9.279/1996) na perspectiva da saúde pública. Essas iniciativas têm como foco a proteção da saúde da população brasileira e a garantia da efetivação do direito à saúde enquanto direito fundamental de cada cidadão. Uma breve análise dessas medidas relacionadas à proteção da saúde pública está ilustrada no quadro abaixo.

Nós, acadêmicos, pesquisadores e profissionais de instituições acadêmicas e de pesquisa no Brasil, manifestamos nosso apoio às iniciativas, em trâmite no Congresso Nacional, que visam à reforma da lei de propriedade industrial (lei 9.279/1996) na perspectiva da saúde pública. Essas iniciativas têm como foco a proteção da saúde da população brasileira e a garantia da efetivação do direito à saúde enquanto direito fundamental de cada cidadão. Uma breve análise dessas medidas relacionadas à proteção da saúde pública está ilustrada no quadro abaixo.

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A agenda de P&D na Assembleia Mundial da Saúde 2013A agenda de P&D na Assembleia Mundial da Saúde 2013A agenda de P&D na Assembleia Mundial da Saúde 2013

Entre os dias 20 e 28 de maio, teve lugar no Palácio das Nações, em Genebra, a 66a Assembleia Mundial de Saúde (AMS). Muitos foram os temas abordados na Assembleia, entre eles as doenças crônicas não transmissíveis, doenças tropicais negligenciadas, as metas de desenvolvimento do milênio e o relatório do grupo consultivo de especialistas para financiamento e coordenação das atividades de P&D para atender as demandas de saúde dos países em desenvolvimento (CEWG).

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Entre os dias 20 e 28 de maio, teve lugar no Palácio das Nações, em Genebra, a 66a Assembleia Mundial de Saúde (AMS). Muitos foram os temas abordados na Assembleia, entre eles as doenças crônicas não transmissíveis, doenças tropicais negligenciadas, as metas de desenvolvimento do milênio e o relatório do grupo consultivo de especialistas para financiamento e coordenação das atividades de P&D para atender as demandas de saúde dos países em desenvolvimento (CEWG).

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Entre os dias 20 e 28 de maio, teve lugar no Palácio das Nações, em Genebra, a 66a Assembleia Mundial de Saúde (AMS). Muitos foram os temas abordados na Assembleia, entre eles as doenças crônicas não transmissíveis, doenças tropicais negligenciadas, as metas de desenvolvimento do milênio e o relatório do grupo consultivo de especialistas para financiamento e coordenação das atividades de P&D para atender as demandas de saúde dos países em desenvolvimento (CEWG).

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Começou a 66ª AMS – acompanhe com a UAEMBr!Começou a 66ª AMS – acompanhe com a UAEMBr!Começou a 66ª AMS – acompanhe com a UAEMBr!

Começou hoje em Genebra, na Suíça, a

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66ª Assembleia Mundial da Saúde. O fórum reúne a Organização Mundial da Saúde e atores-chave no cenário global em torno de pontos fundamentais sobre a saúde. A assembleia ocorrerá entre os dias 20 e 28 deste mês. Dentre os temas a serem abordados nesta edição, destacam-se o controle e prevenção de doenças não-transmissíveis e o monitoramento do progresso de Estados na persecução dos Objetivos do Milênio em Desenvolvimento da ONU (Millenium Development Goals).

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Começou hoje em Genebra, na Suíça, a 66ª Assembleia Mundial da Saúde. O fórum reúne a Organização Mundial da Saúde e atores-chave no cenário global em torno de pontos fundamentais sobre a saúde. A assembleia ocorrerá entre os dias 20 e 28 deste mês. Dentre os temas a serem abordados nesta edição, destacam-se o controle e prevenção de doenças não-transmissíveis e o monitoramento do progresso de Estados na persecução dos Objetivos do Milênio em Desenvolvimento da ONU (Millenium Development Goals).

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66ª Assembleia Mundial da Saúde. O fórum reúne a Organização Mundial da Saúde e atores-chave no cenário global em torno de pontos fundamentais sobre a saúde. A assembleia ocorrerá entre os dias 20 e 28 deste mês. Dentre os temas a serem abordados nesta edição, destacam-se o controle e prevenção de doenças não-transmissíveis e o monitoramento do progresso de Estados na persecução dos Objetivos do Milênio em Desenvolvimento da ONU (Millenium Development Goals).

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Conheça a UAEM – Lacunas e negligência

No post de hoje da série “Conheça a UAEM“, apresentamos os problemas das lacunas de acesso e pesquisa que estão na base do problema atual de doenças negligenciadas. Universidades têm um potencial de mudança das condições que estão no cerne desse problema – e o objetivo da UAEM é assegurar que exerçam essa capacidade. Os dois vídeos apresentados ao longo deste post podem auxiliar na compreensão do tema e como a UAEM – como você na sua universidade – pode fazer a diferença.

No post de hoje da série “Conheça a UAEM“, apresentamos os problemas das lacunas de acesso e pesquisa que estão na base do problema atual de doenças negligenciadas. Universidades têm um potencial de mudança das condições que estão no cerne desse problema – e o objetivo da UAEM é assegurar que exerçam essa capacidade. Os dois vídeos apresentados ao longo deste post podem auxiliar na compreensão do tema e como a UAEM – como você na sua universidade – pode fazer a diferença.

No post de hoje da série “Conheça a UAEM“, apresentamos os problemas das lacunas de acesso e pesquisa que estão na base do problema atual de doenças negligenciadas. Universidades têm um potencial de mudança das condições que estão no cerne desse problema – e o objetivo da UAEM é assegurar que exerçam essa capacidade. Os dois vídeos apresentados ao longo deste post podem auxiliar na compreensão do tema e como a UAEM – como você na sua universidade – pode fazer a diferença.

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Conheça a UAEM – Patentes

O post de hoje da série “Conheça a UAEM” tratará do regime de patentes – atualmente, o mecanismo mais difundido de incentivo à P&D. Esse modelo, no entanto, não é suficiente para atender às necessidades da maioria dos países em desenvolvimento em termos de inovação e acesso. Assista também à professora Ellen t’Hoen, membro do Conselho Consultivo da UAEM internacional, neste TED Talk sobre o efeito que a política patentária pode ter sobre a inovação e modelos alternativos de incentivo à P&D.

Leia também o primeiro post da série e o segundo.

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Conheça a UAEM – Pesquisa e DesenvolvimentoConheça a UAEM – Pesquisa e DesenvolvimentoConheça a UAEM – Pesquisa e Desenvolvimento

Este é o segundo post da série “Conheça a UAEM” – leia também o primeiro, “Nossos Desafios“. Um dos desafios enfrentados atualmente na área da saúde é a insuficiência do modelo de mercado baseado em patentes para o estímulo a pesquisa e desenvolvimento (P&D) aplicados a doenças negligenciadas (especialmente as do tipo II e III segundo a definição da Organização Mundial da Saúde). Vamos entender como é o processo de P&D de um medicamento.

Este é o segundo post da série “Conheça a UAEM” – leia também o primeiro, “Nossos Desafios“. Um dos desafios enfrentados atualmente na área da saúde é a insuficiência do modelo de mercado baseado em patentes para o estímulo a pesquisa e desenvolvimento (P&D) aplicados a doenças negligenciadas (especialmente as do tipo II e III segundo a definição da Organização Mundial da Saúde). Vamos entender como é o processo de P&D de um medicamento.

Este é o segundo post da série “Conheça a UAEM” – leia também o primeiro, “Nossos Desafios“. Um dos desafios enfrentados atualmente na área da saúde é a insuficiência do modelo de mercado baseado em patentes para o estímulo a pesquisa e desenvolvimento (P&D) aplicados a doenças negligenciadas (especialmente as do tipo II e III segundo a definição da Organização Mundial da Saúde). Vamos entender como é o processo de P&D de um medicamento.

Read moreConheça a UAEM – Pesquisa e DesenvolvimentoConheça a UAEM – Pesquisa e DesenvolvimentoConheça a UAEM – Pesquisa e Desenvolvimento

Conheça a UAEM – Nossos desafiosConheça a UAEM – Nossos desafiosConheça a UAEM – Nossos desafios

Nascida em 2001 na Universidade de Yale, a

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Universities Allied for Essential Medicines (UAEM) começou como uma cooperação entre alunos e a organização Médicos Sem Fronteiras. Pleiteavam a alteração das práticas de licenciamento da universidade e da farmacêutica Bristol-Myers Squibb para que fosse autorizada a produção de genéricos para o tratamento da AIDS na África Sub-Saariana. A vitória alcançada foi a pedra fundamental que levaria estudantes, professores e pesquisadores dos EUA, Canadá, Europa, Ásia, África e América Latina a perceberem que é possível a transformação de comportamentos arraigados na indústria de medicamentos.

Desde 2001, a organização desenvolveu seu discurso e atualmente uma rede mundial de acadêmicos busca se envolver nas discussões de ponta sobre políticas de saúde pública, acesso a medicamentos, tratamento de doenças negligenciadas e modelos de inovação em pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, a atuação da UAEM é pautada pelos mesmos ideais que sustentaram o espírito transformador de seus fundadores, mas com a consideração das idiossincrasias do país e da região. Para que todos possam compreender e participar das novas movimentações que a UAEM-Brasil pretende promover, publicaremos nos próximos dias uma série de posts que resumem desafios a serem enfrentados e as características do setor em que atuamos.

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Desde 2001, a organização desenvolveu seu discurso e atualmente uma rede mundial de acadêmicos busca se envolver nas discussões de ponta sobre políticas de saúde pública, acesso a medicamentos, tratamento de doenças negligenciadas e modelos de inovação em pesquisa e desenvolvimento. No Brasil, a atuação da UAEM é pautada pelos mesmos ideais que sustentaram o espírito transformador de seus fundadores, mas com a consideração das idiossincrasias do país e da região. Para que todos possam compreender e participar das novas movimentações que a UAEM-Brasil pretende promover, publicaremos nos próximos dias uma série de posts que resumem desafios a serem enfrentados e as características do setor em que atuamos.

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{Valor Econômico} Um novo modelo para a pesquisa em saúde global{Valor Econômico} Um novo modelo para a pesquisa em saúde global{Valor Econômico} Um novo modelo para a pesquisa em saúde global

por Paulo Buss e Claudia Chamas

Fonte: http://www.valor.com.br/imprimir/noticia/2811894/opiniao/2

Em maio passado, a 65ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS) – órgão máximo de deliberação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – aprovou uma histórica resolução sobre o financiamento global da pesquisa para a geração de novos medicamentos e vacinas de interesse da população brasileira e de outros países em desenvolvimento. O documento se apoia em um amplo e longo processo de entendimento sobre as fronteiras e correlações entre a saúde pública, a inovação tecnológica e as políticas de propriedade intelectual. Em 2008, os Estados-membros da OMS aprovaram a Estratégia Global e um Plano de Ação sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual, um acordo político e técnico para orientar a geração, a produção e o acesso de soluções terapêuticas satisfatórias a populações negligenciadas. Trata-se de um divisor de águas para a saúde global, exaltado pela presidente Dilma Rousseff na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2011, e pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha na abertura da AMS este ano. Dois eixos centrais a serem enfrentados pela Estratégia são o crônico subfinanciamento à pesquisa e ao desenvolvimento (P&D) e as falhas na coordenação das atividades de investigação sobre doenças que atingem as populações de países menos favorecidos.

por Paulo Buss e Claudia Chamas

Fonte: http://www.valor.com.br/imprimir/noticia/2811894/opiniao/2

Em maio passado, a 65ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS) – órgão máximo de deliberação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – aprovou uma histórica resolução sobre o financiamento global da pesquisa para a geração de novos medicamentos e vacinas de interesse da população brasileira e de outros países em desenvolvimento. O documento se apoia em um amplo e longo processo de entendimento sobre as fronteiras e correlações entre a saúde pública, a inovação tecnológica e as políticas de propriedade intelectual. Em 2008, os Estados-membros da OMS aprovaram a Estratégia Global e um Plano de Ação sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual, um acordo político e técnico para orientar a geração, a produção e o acesso de soluções terapêuticas satisfatórias a populações negligenciadas. Trata-se de um divisor de águas para a saúde global, exaltado pela presidente Dilma Rousseff na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2011, e pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha na abertura da AMS este ano. Dois eixos centrais a serem enfrentados pela Estratégia são o crônico subfinanciamento à pesquisa e ao desenvolvimento (P&D) e as falhas na coordenação das atividades de investigação sobre doenças que atingem as populações de países menos favorecidos.

por Paulo Buss e Claudia Chamas

Fonte: http://www.valor.com.br/imprimir/noticia/2811894/opiniao/2

Em maio passado, a 65ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS) – órgão máximo de deliberação da Organização Mundial da Saúde (OMS) – aprovou uma histórica resolução sobre o financiamento global da pesquisa para a geração de novos medicamentos e vacinas de interesse da população brasileira e de outros países em desenvolvimento. O documento se apoia em um amplo e longo processo de entendimento sobre as fronteiras e correlações entre a saúde pública, a inovação tecnológica e as políticas de propriedade intelectual. Em 2008, os Estados-membros da OMS aprovaram a Estratégia Global e um Plano de Ação sobre Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual, um acordo político e técnico para orientar a geração, a produção e o acesso de soluções terapêuticas satisfatórias a populações negligenciadas. Trata-se de um divisor de águas para a saúde global, exaltado pela presidente Dilma Rousseff na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2011, e pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha na abertura da AMS este ano. Dois eixos centrais a serem enfrentados pela Estratégia são o crônico subfinanciamento à pesquisa e ao desenvolvimento (P&D) e as falhas na coordenação das atividades de investigação sobre doenças que atingem as populações de países menos favorecidos.

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