“Medicamentos não são iPhones”, UAEM chega à UFRJ

Se a Apple resolvesse aumentar o preço do iPhone para valores como 90 mil dólares, certamente a imensa maioria dos consumidores do aparelho abriria mão de comprar o iPhone e aceitaria outras marcas. A indústria farmacêutica, por sua vez, é capaz de disponibilizar remédios na prateleira das farmácias por valores iguais ou até maiores do […]