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“Medicamentos não são iPhones”, UAEM chega à UFRJ

Se a Apple resolvesse aumentar o preço do iPhone para valores como 90 mil dólares, certamente a imensa maioria dos consumidores do aparelho abriria mão de comprar o iPhone e aceitaria outras marcas. A indústria farmacêutica, por sua vez, é capaz de disponibilizar remédios na prateleira das farmácias por valores iguais ou até maiores do que 90 mil dólares e nós, consumidores, não temos a possibilidade de buscar outras marcas, como no cenário anterior.

“Medicamentos não são iguais a iPhones” foi uma das frases de Bryan Collinsworth, diretor-executivo da UAEM North America, que ecoaram na tarde da última quinta-feira, 15 de maio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre os mais de 40 estudantes que assistiram à conferência “A Crise de Acesso a Medicamentos” promovida pelo capítulo da UAEM na UFRJ.

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