Doenças negligenciadas e Malária

Doenças negligenciadas, notícias de 15/04 a 30/04

Durante a reunião, a secretária-geral da SBPC propôs a reproposição de medicamentos para o tratamento das doenças negligenciadas: “Você pega um medicamento que foi aprovado para uma determinada doença e que pode funcionar, também, para outra”. Uma opção apontada são os inibidores de protease usados para o tratamento de HIV, que poderiam ser usados para o tratamento da leishmaniose. A importância da busca por alternativas de tratamento é clara, como apontado na matéria:

“Doença de Chagas, hanseníase e leishmaniose são consideradas doenças endêmicas em regiões com populações de baixa renda. Apesar de afetarem milhares de pessoas no mundo, a porcentagem de medicamentos registrados para o tratamento delas nas últimas décadas não chega a 1%".

Em Pernambuco, 21 projetos receberão recursos estaduais para pesquisa sobre o Zika. A maioria é direcionada ao controle do mosquito transmissor, uma questão que atravessa também a dengue e chikungunya. Em tempo, pois o número de casos de dengue vem crescendo. Três meios foram apontados para o controle do mosquito: captura massiva; uso de larvicida (que, como apontamos, é objeto de pesquisa na Universidade Federal do Ceará); e o mosquito modificado geneticamente que esteriliza a fêmea.

Malária

O dia Mundial de Luta contra a Malária passou em 25 de Abril. Destacamos uma matéria que traz um panorama global da doença e, na outra, o pleito por um sistema de pesquisa de acesso aberto, que promova a colaboração entre pesquisadores.

“Thanks to concerted investments in prevention, diagnosis, and treatment, the number of people killed by the disease each year has declined 60% since 2000, saving more than six million lives. And yet, even as the dream of eliminating malaria seems closer to becoming reality, growing drug resistance is threatening these remarkable gains. (…) One study found that its spread could result in more than 116,000 additional deaths each year and roughly $417 million in associated medical costs and productivity losses – above and beyond the $12 billion in productivity losses malaria already costs Sub-Saharan Africa each year”.

“There is a growing recognition within the scientific community that no single organization or group has the know-how or resources to tackle malaria alone. As with many other diseases afflicting the developing world, the science is hugely complex, and the commercial opportunity is limited. Reversing the tide on malaria requires us to pool resources and combine the diverse experience and expertise of scientists from different backgrounds and specialties”.

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  1. Zika vírus | left a comment on 16/05/2016 at 14:01

    […] citado anteriormente em nosso boletim, um bom caminho para a inovação é encontrar novos usos para medicamentos já registrados, como o […]

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