Relato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na Basiléia

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

Programa da conferência

1º dia

O primeiro dia da Conferência teve início com palavras de Lukas Fendel, Diretor Executivo da UAEM Europe. Destacou como a UAEM vem crescendo na região – em especial, com os recentes sucessos de adoção de políticas de acesso global na Oxford University, Charité Universitätsmedizin Berlin, Bergen University e outras. O dia desenrolou-se pelas ruas da Basiléia. Os participantes foram divididos em três grupos que foram guiados por diferentes percursos: um pela cidade, outro pela sede da farmacêutica Novartis e o terceiro pelas dependências do Swiss Institute for Tropical and Public Health (Swiss TPH Institute).

Fui neste último, uma experiência que se provou excelente em comparação aos outros: já havia passeado pela cidade nos dias anteriores (Basiléia é linda e tem museus excelentes); e a visita à Novartis, segundo relatos, serviu apenas à confirmação da convicção no trabalho da UAEM, pois a visita foi repleta de retórica e vazia de conteúdo ou respostas.

Medicines for people, not for profit! Help us build the bridge to global access to medicines!

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O Swiss TPH Institute trabalha como um centro de operações para a pesquisa em doenças negligenciadas que afetam países em desenvolvimento. Estivemos com o Dr. Marcel Tanner, Diretor do Instituto, que nos explicou como coordenam esforços com outras organizações. Apresentou também o programa de formação dos profissionais de saúde que levam estes programas a campo, um processo que permite a capilarização do trabalho em regiões de difícil acesso onde a implantação de uma grande estrutura de tratamento e pesquisa seria impossível. Desta forma, o centro é capaz de realizar testes clínicos em regiões intensamente afetadas. O compromisso que informa todo o processo é de promover acessibilidade ao tratamento e aos resultados dos testes clínicos. Por isso, o histórico do centro revela que todos os trabalhos realizados estiveram ligados a organizações não-governamentais envolvidas com o acesso a medicamentos e tratamentos ou, quando da realização de projetos junto com empresas privadas, a iniciativas de responsabilidade social informadas por interesses semelhantes. Finalmente, ao fim do dia, houve a sessão da Assembleia Geral da UAEM Europe, de um lado, e uma apresentação especial a UAEMers iniciantes feita por Bryan Collinsworth, Diretor Executivo da UAEM North America, e outros líderes, de outro. Participei da Assembleia Geral, pois considerei de maior valor para a UAEM Brasil ter uma visão em primeira mão de como se organiza a UAEM Europa; porém, para quem quiser, aí embaixo está um link para download da apresentação feita aos novos UAEMers.
Clique para baixar a apresentação em .pdf

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Muito do que se realiza na A.G. é relatar sobre atividades e gastos, especialmente da Mesa Diretora. A UAEM está organizada na Europa como organização filantrópica sediada na Alemanha e que contém três corpos: a Assembleia Geral, a Mesa Diretora e os Membros. Ser um membro de capítulo não significa necessariamente ser membro formal da organização; estes são os que têm direito a voto na Assembleia Geral. O formalismo tem aspectos positivos: há um tempo e lugar para a voz de todos os membros da organização; e a preocupação em dar a todos todas as informações para uma decisão é grande. De certa maneira, a estrutura institucional ajuda a lidar com o tamanho da organização, pois define deveres e direitos claramente. Ao fim da Assembleia, aprovaram-se as ações da Mesa Diretora no ano que passou e elegeu-se uma nova Mesa Diretora.

2º dia

O segundo

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dia foi aberto pelo Vice-reitor do Departamento de Pesquisa da Universidade da Basiléia, Prof. Dr. Edward C. Constable. Em seu discurso, destacou o importante papel das universidades em promover o debate e como, no trato das relações entre sociedade civil e indústria, seu “trabalho como vice-reitor é assegurar-se de que todos estão razoavelmente insatisfeitos – dando voz a todos”.

Após a abertura tiveram início os relatórios de atividade dos capítulos da UAEM europeia. Lá, as campanhas de empoderamento e construção de conhecimento e capacidades estão em amplo desenvolvimento. Muitos capítulos tiveram exibições públicas do documentário “Fire in the blood” e, em torno disto, excelentes oportunidades para recrutamento e fortalecimento da base de UAEMers. Alguns destaques da apresentação dos capítulos europeus foram a organização, pela UAEM Espanha, de uma conferência em Maio e seu foco em acesso à estrutura de saúde por imigrantes no país; e o relato da UAEM Holanda sobre como se utilizaram da base instalada

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da IFMSA para a expansão da UAEM. Alguns projetos de escopo regional destacados foram a proposta de uma “Global Health Week” em que todos os capítulos da UAEM europeia organizariam séries de eventos simultaneamente em seus campus; e a finalização do Report Card do Reino Unido, nos moldes do que foi feito na América do Norte. Os projetos que englobam todos os capítulos da UAEM na Europa estão colecionados na página “UAEM Projects”, apresentada também na conferência. A sensação que ficou da apresentação dos capítulos foi de que a UAEM na Europa é extremamente ativa, especialmente em informar e engajar estudantes, e busca atualmente maior coordenação das atividades de cada representação local. O site de projetos, a semana de saúde global e a Assembleia Geral seriam representações claras disto: a organização busca um processo de decisão e canais de atuação que lhe dêem uma voz em uníssono. Seguiram-se a isto as falas de Rachel Kiddell-Monroe, Conselheira Sênior e ex-Presidente do Board da UAEM NA e membro do Board Internacional da MSF (e “Madrinha” da UAEM); e de Linda Mafu, Chefe do Departamento de Sociedade Civil e Ativismo Político do Global Fund. Ambas tiveram trataram dos impactos reais que o trabalho em saúde tem. Rachel, ao se perguntar “por que faço o que faço?”, compartilhou com todos sua experiência convivendo de perto com o genocídio em Ruanda. Linda Mafu tratou da difícil luta pelo respeito à condição de HIV-positivo na África do Sul e como, após muito esforço, conseguiram transformar o preconceito em relação à doença.

Fechando o dia, o painel “Making medicines for people, not for profit! How can universities be game changers in our broken medical research system?” contou com a contribuição de ilustres representantes da sociedade civil, academia e governos. Rohit Malpani, da Campanha de Acesso da Organização Médicos Sem Fronteiras, destacou que:

Corroborando esta ideia, seguiu Zafar Mirza, Chefe do Departamento de Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual da Organização Mundial da Saúde:

Dominique Junod-Moser explicou como funciona o DNDi e sustentou que alternativas ao sistema de patentes são necessárias:

Eva Ombaka fechou a primeira mesa de discussões tratando de ativismo político e do papel dos jovens na luta por acesso à saúde:

No segundo painel, Dr. Marcel Tanner, Diretor do Swiss TPH Institute, abriu a sessão falando de inovação:

Seguido por Albrecht Jahn, do Instituto de Saúde Pública da Universidade de Heidelberg:

Finalmente, o David Hammerstein, do Transatlantic Consumer Dialogue (TACD) e ex-membro do Parlamento Europeu, expôs sua visão sobre o debate na Europa:

Assim terminou o dia. Bem, na verdade não: ainda teríamos fondue e festa, mas isto não cabe no post.

3º dia

O último dia de conferência esteve focado principalmente em oficinas sobre diversos temas. Participei de duas. As apresentações (e, em alguns casos, a gravação em vídeo) das oficinas será disponibilizada pela UAEM Europe – assim que estiverem online, ponho aqui.

“Menacing Patent Reforms – on the example of euphemisms like “Forward South Africa” foi dada por Koichi Kameda, ex-Coordenador da UAEM Brasil e doutorando em Ciências Sociais da Saúde na UERJ; e Céline Grillon, Coordenadora de Ativismo Internacional da Act-Up Paris.

Após explicarem como o acordo TRIPS foi incorporado em sistemas de patentes mais ou menos restritivos de acesso a tecnologias de saúde em países de baixa e média renda, trataram dos desafios que África do Sul e Brasil enfrentam atualmente ao tentarem reformar sua legislação patentária.

A segunda oficina foi “Are we wrong? An investigation into the strongest arguments against us”, por Dzintars Gotham (Diz) da UAEM UK. Pensamos sobre três linhas argumentativas normalmente seguidas por opositores ao trabalho da UAEM e nos perguntamos se eram falhas e por quê.

Os “argumentos assustadores” destacados por Diz e tratados na oficina foram (i) de que as empresas têm preços diferenciados (tiered pricing) para regiões mais pobres; (ii) de que o problema não está na saúde, mas na pobreza – resolva a última e a primeira se resolverá naturalmente; e (iii) que os altos preços são consequência dos custos de P&D. Todos foram contestados ao longo da oficina, e uma longa lista de artigos e notícias será enviada por Diz – assim que o fizer, ponho aqui, mas dê uma olhada no UAEM Evidence também. No fim das contas, posso afirmar com tranquilidade: estamos no caminho certo!

Durante todo o fim de semana, estivemos fechados em salas da Universidade da Basileia pensando desafios e soluções e caminhos para UAEM. O panorama de empoderamento é promissor, mas as críticas ao sistema de patentes e seus efeitos nocivos sobre acesso e inovação ainda têm substância.

A UAEM Brasil pretende trazer esta discussão para cá – para isso, estaremos na semana que vem (15/05) com Rachel e Bryan na conferência “A crise de acesso a medicamentos” -, um dos países que sofre com altos preços e, por outro lado, tem a garantia constitucional de acesso à saúde. O debate não poderia apenas ficar nas salas de aula, afinal, somos ativistas! Assista acima à manifestação que os UAEMers fizeram pelas ruas da Basiléia – e pode usá-lo, e também as fotos abaixo, para dar publicidade e apoiar a mensagem de que “medicines for people, not for profit”.

Programa da conferência

1º dia

O primeiro dia da Conferência teve início com palavras de Lukas Fendel, Diretor Executivo da UAEM Europe. Destacou como a UAEM vem crescendo na região – em especial, com os recentes sucessos de adoção de políticas de acesso global na Oxford University, Charité Universitätsmedizin Berlin, Bergen University e outras. O dia desenrolou-se pelas ruas da Basiléia. Os participantes foram divididos em três grupos que foram guiados por diferentes percursos: um pela cidade, outro pela sede da farmacêutica Novartis e o terceiro pelas dependências do Swiss Institute for Tropical and Public Health (Swiss TPH Institute).

Fui neste último, uma experiência que se provou excelente em comparação aos outros: já havia passeado pela cidade nos dias anteriores (Basiléia é linda e tem museus excelentes); e a visita à Novartis, segundo relatos, serviu apenas à confirmação da convicção no trabalho da UAEM, pois a visita foi repleta de retórica e vazia de conteúdo ou respostas.

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O Swiss TPH Institute trabalha como um centro de operações para a pesquisa em doenças negligenciadas que afetam países em desenvolvimento. Estivemos com o Dr. Marcel Tanner, Diretor do Instituto, que nos explicou como coordenam esforços com outras organizações. Apresentou também o programa de formação dos profissionais de saúde que levam estes programas a campo, um processo que permite a capilarização do trabalho em regiões de difícil acesso onde a implantação de uma grande estrutura de tratamento e pesquisa seria impossível. Desta forma, o centro é capaz de realizar testes clínicos em regiões intensamente afetadas. O compromisso que informa todo o processo é de promover acessibilidade ao tratamento e aos resultados dos testes clínicos. Por isso, o histórico do centro revela que todos os trabalhos realizados estiveram ligados a organizações não-governamentais envolvidas com o acesso a medicamentos e tratamentos ou, quando da realização de projetos junto com empresas privadas, a iniciativas de responsabilidade social informadas por interesses semelhantes.

Finalmente, ao fim do dia, houve a sessão da Assembleia Geral da UAEM Europe, de um lado, e uma apresentação especial a UAEMers iniciantes feita por Bryan Collinsworth, Diretor Executivo da UAEM North America, e outros líderes, de outro. Participei da Assembleia Geral, pois considerei de maior valor para a UAEM Brasil ter uma visão em primeira mão de como se organiza a UAEM Europa; porém, para quem quiser, aí embaixo está um link para download da apresentação feita aos novos UAEMers.

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3º dia

O último dia de conferência esteve focado principalmente em oficinas sobre diversos temas. Participei de duas. As apresentações (e, em alguns casos, a gravação em vídeo) das oficinas será disponibilizada pela UAEM Europe – assim que estiverem online, ponho aqui.

“Menacing Patent Reforms – on the example of euphemisms like “Forward South Africa” foi dada por Koichi Kameda, ex-Coordenador da UAEM Brasil e doutorando em Ciências Sociais da Saúde na UERJ; e Céline Grillon, Coordenadora de Ativismo Internacional da Act-Up Paris.

Após explicarem como o acordo TRIPS foi incorporado em sistemas de patentes mais ou menos restritivos de acesso a tecnologias de saúde em países de baixa e média renda, trataram dos desafios que África do Sul e Brasil enfrentam atualmente ao tentarem reformar sua legislação patentária.

A segunda oficina foi “Are we wrong? An investigation into the strongest arguments against us”, por Dzintars Gotham (Diz) da UAEM UK. Pensamos sobre três linhas argumentativas normalmente seguidas por opositores ao trabalho da UAEM e nos perguntamos se eram falhas e por quê.

Os “argumentos assustadores” destacados por Diz e tratados na oficina foram (i) de que as empresas têm preços diferenciados (tiered pricing) para regiões mais pobres; (ii) de que o problema não está na saúde, mas na pobreza – resolva a última e a primeira se resolverá naturalmente; e (iii) que os altos preços são consequência dos custos de P&D. Todos foram contestados ao longo da oficina, e uma longa lista de artigos e notícias será enviada por Diz – assim que o fizer, ponho aqui, mas dê uma olhada no UAEM Evidence também. No fim das contas, posso afirmar com tranquilidade: estamos no caminho certo!

Durante todo o fim de semana, estivemos fechados em salas da Universidade da Basileia pensando desafios e soluções e caminhos para UAEM. O panorama de empoderamento é promissor, mas as críticas ao sistema de patentes e seus efeitos nocivos sobre acesso e inovação ainda têm substância.

A UAEM Brasil pretende trazer esta discussão para cá – para isso, estaremos na semana que vem (15/05) com Rachel e Bryan na conferência “A crise de acesso a medicamentos” -, um dos países que sofre com altos preços e, por outro lado, tem a garantia constitucional de acesso à saúde. O debate não poderia apenas ficar nas salas de aula, afinal, somos ativistas! Assista acima à manifestação que os UAEMers fizeram pelas ruas da Basiléia – e pode usá-lo, e também as fotos abaixo, para dar publicidade e apoiar a mensagem de que “medicines for people, not for profit”.

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Fui neste último, uma experiência que se provou excelente em comparação aos outros: já havia passeado pela cidade nos dias anteriores (Basiléia é linda e tem museus excelentes); e a visita à Novartis, segundo relatos, serviu apenas à confirmação da convicção no trabalho da UAEM, pois a visita foi repleta de retórica e vazia de conteúdo ou respostas.

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Muito do que se realiza na A.G. é relatar sobre atividades e gastos, especialmente da Mesa Diretora. A UAEM está organizada na Europa como organização filantrópica sediada na Alemanha e que contém três corpos: a Assembleia Geral, a Mesa Diretora e os Membros. Ser um membro de capítulo não significa necessariamente ser membro formal da organização; estes são os que têm direito a voto na Assembleia Geral. O formalismo tem aspectos positivos: há um tempo e lugar para a voz de todos os membros da organização; e a preocupação em dar a todos todas as informações para uma decisão é grande. De certa maneira, a estrutura institucional ajuda a lidar com o tamanho da organização, pois define deveres e direitos claramente. Ao fim da Assembleia, aprovaram-se as ações da Mesa Diretora no ano que passou e elegeu-se uma nova Mesa Diretora.

2º dia

O segundo

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Após a abertura tiveram início os relatórios de atividade dos capítulos da UAEM europeia. Lá, as campanhas de empoderamento e construção de conhecimento e capacidades estão em amplo desenvolvimento. Muitos capítulos tiveram exibições públicas do documentário “Fire in the blood” e, em torno disto, excelentes oportunidades para recrutamento e fortalecimento da base de UAEMers. Alguns destaques da apresentação dos capítulos europeus foram a organização, pela UAEM Espanha, de uma conferência em Maio e seu foco em acesso à estrutura de saúde por imigrantes no país; e o relato da UAEM Holanda sobre como se utilizaram da base instalada

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Fechando o dia, o painel “Making medicines for people, not for profit! How can universities be game changers in our broken medical research system?” contou com a contribuição de ilustres representantes da sociedade civil, academia e governos. Rohit Malpani, da Campanha de Acesso da Organização Médicos Sem Fronteiras, destacou que:

Corroborando esta ideia, seguiu Zafar Mirza, Chefe do Departamento de Saúde Pública, Inovação e Propriedade Intelectual da Organização Mundial da Saúde:

Dominique Junod-Moser explicou como funciona o DNDi e sustentou que alternativas ao sistema de patentes são necessárias:

Eva Ombaka fechou a primeira mesa de discussões tratando de ativismo político e do papel dos jovens na luta por acesso à saúde:

No segundo painel, Dr. Marcel Tanner, Diretor do Swiss TPH Institute, abriu a sessão falando de inovação:

Seguido por Albrecht Jahn, do Instituto de Saúde Pública da Universidade de Heidelberg:

Finalmente, o David Hammerstein, do Transatlantic Consumer Dialogue (TACD) e ex-membro do Parlamento Europeu, expôs sua visão sobre o debate na Europa:

Assim terminou o dia. Bem, na verdade não: ainda teríamos fondue e festa, mas isto não cabe no post.

3º dia

O último dia de conferência esteve focado principalmente em oficinas sobre diversos temas. Participei de duas. As apresentações (e, em alguns casos, a gravação em vídeo) das oficinas será disponibilizada pela UAEM Europe – assim que estiverem online, ponho aqui.

“Menacing Patent Reforms – on the example of euphemisms like “Forward South Africa” foi dada por Koichi Kameda, ex-Coordenador da UAEM Brasil e doutorando em Ciências Sociais da Saúde na UERJ; e Céline Grillon, Coordenadora de Ativismo Internacional da Act-Up Paris.

Após explicarem como o acordo TRIPS foi incorporado em sistemas de patentes mais ou menos restritivos de acesso a tecnologias de saúde em países de baixa e média renda, trataram dos desafios que África do Sul e Brasil enfrentam atualmente ao tentarem reformar sua legislação patentária.

A segunda oficina foi “Are we wrong? An investigation into the strongest arguments against us”, por Dzintars Gotham (Diz) da UAEM UK. Pensamos sobre três linhas argumentativas normalmente seguidas por opositores ao trabalho da UAEM e nos perguntamos se eram falhas e por quê.

Os “argumentos assustadores” destacados por Diz e tratados na oficina foram (i) de que as empresas têm preços diferenciados (tiered pricing) para regiões mais pobres; (ii) de que o problema não está na saúde, mas na pobreza – resolva a última e a primeira se resolverá naturalmente; e (iii) que os altos preços são consequência dos custos de P&D. Todos foram contestados ao longo da oficina, e uma longa lista de artigos e notícias será enviada por Diz – assim que o fizer, ponho aqui, mas dê uma olhada no UAEM Evidence também. No fim das contas, posso afirmar com tranquilidade: estamos no caminho certo!

Durante todo o fim de semana, estivemos fechados em salas da Universidade da Basileia pensando desafios e soluções e caminhos para UAEM. O panorama de empoderamento é promissor, mas as críticas ao sistema de patentes e seus efeitos nocivos sobre acesso e inovação ainda têm substância.

A UAEM Brasil pretende trazer esta discussão para cá – para isso, estaremos na semana que vem (15/05) com Rachel e Bryan na conferência “A crise de acesso a medicamentos” -, um dos países que sofre com altos preços e, por outro lado, tem a garantia constitucional de acesso à saúde. O debate não poderia apenas ficar nas salas de aula, afinal, somos ativistas! Assista acima à manifestação que os UAEMers fizeram pelas ruas da Basiléia – e pode usá-lo, e também as fotos abaixo, para dar publicidade e apoiar a mensagem de que “medicines for people, not for profit”.

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