UAEM Brasil

“Medicamentos não são iPhones”, UAEM chega à UFRJ

Se a Apple resolvesse aumentar o preço do iPhone para valores como 90 mil dólares, certamente a imensa maioria dos consumidores do aparelho abriria mão de comprar o iPhone e aceitaria outras marcas. A indústria farmacêutica, por sua vez, é capaz de disponibilizar remédios na prateleira das farmácias por valores iguais ou até maiores do que 90 mil dólares e nós, consumidores, não temos a possibilidade de buscar outras marcas, como no cenário anterior.

“Medicamentos não são iguais a iPhones” foi uma das frases de Bryan Collinsworth, diretor-executivo da UAEM North America, que ecoaram na tarde da última quinta-feira, 15 de maio, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre os mais de 40 estudantes que assistiram à conferência “A Crise de Acesso a Medicamentos” promovida pelo capítulo da UAEM na UFRJ.

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Relato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na Basiléia

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

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