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Alguns artigos recentes sobre saúde coletiva que precisam entrar na sua listinha

Se a sua listinha de leituras para esse fim de semana está parecendo um pouco triste, trazemos abaixo a solução. Cinco publicações para dar ensejo à reflexão crítica sobre saúde e acesso a medicamentos no Brasil e no mundo. Confira os artigos abaixo e comente com suas opiniões!

(Ah, e se a sua lista de leituras já está recheada, mas você quer procrastinar no YouTube, confira esta lista de vídeos imperdíveis que montamos).

“Foram selecionados indicadores traçadores de capacidade de oferta de serviços segundo regiões e as análises estatísticas mostraram maior capacidade das regiões na atenção hospitalar e grandes assimetrias com relação a disponibilidade de médicos, equipamentos de alta complexidade e cobertura de seguros privados. Conclui-se pela necessidade de soluções que aumentem a capacidade governamental de reduzir desigualdades regionais a partir de maior coordenação central”.

“O fato é que somos um país em desenvolvimento, em crise econômica, que terá de enfrentar o envelhecimento populacional e superar a estagnação da sua produtividade industrial. Considerando que o SUS é o maior comprador de fármacos e medicamentos existente hoje no Brasil, o uso oportuno com mecanismos de contrapartidas e exigências de transferências de tecnologias torna-se uma oportunidade excepcional para o desenvolvimento produtivo e tecnológico da indústria farmacêutica”.

“Para que a economia do conhecimento e a economia das ideias se tornem partes fundamentais da economia global e para que as sociedades estáticas sejam transformadas em “sociedades de aprendizagem”, mudanças essas chaves para o crescimento e o desenvolvimento (veja Greenwald e Stiglitz, 2006, 2014, para mais sobre este tema), há a necessidade imperiosa de se repensar o regime atual e permitir um fluxo muito menos restritivo de informação e conhecimento. Além disso, se considerarmos questões éticas, o regime atual é profundamente regressivo e ineficiente, como mostraremos adiante”.

“As lições aprendidas do Relatório do Painel de Alto Nível são destacadas e a necessidade de discutir com maior profundidade e implementar ações concretas, com o mundo mudando dos ODMs para os ODSs, exige ações fortes por parte das Nações Unidas e uma forte interação com outros atores chaves. A capacidade de aquisição de novas tecnologias, ou incapacidade, são discutidas, deixando claro que precisamos de implementar ações corajosas para assegurar o acesso a medicamentos como um direito humano”.

“A fim de conduzir o leitor a momentos de reflexão sobre esse período de vida da política, o artigo se propõe a fazer um balanço dos quase 20 anos da PNM, com a discussão de algumas diretrizes específicas à luz de princípios do SUS. Não se pretendeu exaurir todas as atividades do período, mas aproximar-se daquelas que se destacaram por apontar avanços e dilemas, com potenciais riscos de retrocessos. Vislumbrou-se esforços de implementação de uma agenda ambiciosa para a assistência farmacêutica (AF), que tentou lidar com desafios de enfrentamento do mercado farmacêutico, da operacionalização da AF dentro do SUS. Apesar dos princípios do SUS serem reconhecidos nas diferentes iniciativas, identifica-se também que a operacionalização traz uma série de contradições e riscos que podem comprometer alguns desses princípios”.

Destaques da saúde: Resumo semanal de notícias

Confira abaixo uma seleção de destaques da semana em saúde. Para sugerir conteúdo para esta seção do nosso blog, envie um e-mail (aqui) ou mande uma mensagem pela nossa página no facebook! Ordem executiva de Trump O Presidente estadunidense Donald Trump ascendeu ao posto prometendo ações severas contra os altos preços praticados pela indústria farmacêutica … Read moreDestaques da saúde: Resumo semanal de notícias

Internacional

Notícias de 30/04 a 15/05

No campo internacional, o sistema ONU vem sendo palco de importantes discussões acerca da saúde. Além da Open Ended Meeting dos Estados-Membros da OMS e a preparação para a 69ª AMS, destacamos a formação de uma nova Comissão sobre Desigualdade e Saúde nas Américas no âmbito da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Esta Comissão conduzirá pesquisa em parceria com a University College London em torno da percepção de que

“factors that should not determine health outcomes are, in fact, deciding them for an enormous number of people (...) Characteristics such as gender, ethnicity, legal and socioeconomic status are among the greatest risk factors for ill health, injury and mortality across the Americas".

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[:pt]Relato do seminário realizado na Paraíba, parte 2 de 2[:]

[:pt]Não leu a primeira parte? Está aqui.

No segundo dia do seminário tivemos discussões focadas no ativismo global e no programa das Nações Unidas para o desenvolvimento.

Abrindo o segundo e último dia, Sara, coordenadora nacional da UAEM Brasil, palestrou sobre “UAEM, ativismo e a mudança das estruturas de inovação“. Após apresentar a UAEM aos participantes mostrou como são feitas algumas das ações e como cada unidade busca sua autonomia diante daquilo que vigora no país de atuação.

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PRESS RELEASE: Proposed SDGs include Trade and Access to MedicinesComunicado à imprensa: propostas de SDGs incluem comércio e acesso a medicamentos

by Siri Raasch

New York, 5 August, 2014: Universities Allied for Essential Medicines welcomes two of the goals proposed on July 19th, 2014 by the UN Sustainable Development open working group, which hold significant promise to improve access to medicines globally. At the same time, UAEM urges the group to consider the need for new incentive models for Research and Development (R&D) to promote the development of new treatments for neglected tropical diseases and to combat antibiotic resistance.

Following the United Nations Conference on Sustainable Development in June 2012, this official U.N. working group drafted the Sustainable Development Goals (SDGs). These SDGs, released in July 2014, outline the main goals of the United Nations’ post-2015 development agenda. Universities Allied for Essential Medicines (UAEM) particularly applauds Proposed Goals 3.b and 17.10, and asks for a recognition of the need to depart from existing R&D models for medicines

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and protection of WTO member nations’ rights to ensure access to quality and affordable medications.

Traduzido por Maria Beatriz Paschoal (UAEM-FGV/RJ) do site da UAEM NA.

Nova Iorque, 5 de Agosto de 2014: A Universidades Aliadas por Medicamentos Essenciais recepciona com satisfação duas das metas propostas no dia 19 de Julho de 2014 pelo grupo aberto de trabalho em Desenvolvimento Sustentável da ONU que têm potencial de melhorar consideravelmente o acesso a medicamentos globalmente. Ao mesmo tempo, a UAEM deseja que o grupo considere a necessidade de novos modelos de incentivo para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) para promover o desenvolvimento de novos tratamentos para doenças tropicais negligenciadas e combater resistência à antibióticos.

Em seguida à Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável em Junho de 2012, esse grupo oficial da ONU elaborou os Sustainable Development Goals (SDGs). Esses SDGs, divulgados em Julho de 2014, esboçam as metas principais da ONU na agenda de desenvolvimento pós-2015. A UAEM elogia, em particular, as metas propostas 3.b e 17.10, e pede o reconhecimento da necessidade de encontrar alternativas aos atuais modelos de P&D em medicamentos e a garantia do direito dos membros da OMC de garantir acesso a medicamentos de qualidade e acessíveis financeiramente.

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