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Resistência aos antimicrobianos: o ativismo não pode parar

Antibióticos (ATBs) são compostos naturais ou sintéticos capazes de inibir o crescimento bacteriano (bacteriostáticos) ou matar bactérias ou fungos (bactericidas) causadores de doenças em seres vivos. O primeiro antibiótico descoberto foi a penicilina pelo médico microbiologista Alexander Fleming em 1928. Inicialmente, a descoberta de Fleming não despertou interesse de utilização para fins terapêuticos, até a eclosão de segunda guerra mundial, em 1939. Então, as pesquisas com a penicilina foram retomadas e em 1940 conseguiu-se produzir a penicilina para fins terapêuticos em escala industrial. Graças à penicilina, doenças como pneumonia, sífilis, gonorreia e febre reumática deixaram de ser fatais. Entre os anos 1940 – 1960 vários antibióticos foram descobertos por meio de triagem de produtos naturais – entre eles, alguns da classe dos β-lactâmicos, das tetraciclinas, e a vancomicina, potente antibiótico de grande importância atualmente. Já entre os anos de 1980 – 2000, novos antibióticos foram descobertos com o uso de ferramentas da genômica e triagens de coleções de compostos. A partir dos anos 2000 poucos antibióticos foram introduzidos no arsenal terapêutico de antimicrobianos. Junto a isso, o surge o problema crescente do surgimento de bactérias multirresistentes que ameaça um retorno à era pré-antibióticos (1,2).

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Leituras recomendadas

[:pt]Leituras recomendadas de 30/04 a 15/05:

“Every day, Médecins Sans Frontières staff confront significant gaps in the availability of medical tools to address the health needs of the people we aim to care for, in crisis-affected communities in more than 60 countries. These gaps – which have persisted for as long as MSF has been in operation – contribute to preventable deaths and exacerbate ongoing humanitarian and medical crises”.

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