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Acesso a Medicamentos em Portugal

post da convidada Eva Fernandes, Quinto ano do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), para alcançar o melhor nível de saúde é necessário que exista igualdade no acesso a fármacos que sejam seguros e económicos[1].

De acordo com “Análise comparativa do papel e impacto da Avaliação de Tecnologias em Saúde”, Portugal faz parte de um grupo de 17 países europeus em que o acesso a novos medicamentos, de forma rápida, é comprometido devido aos processos de aprovação dos mesmos já que, no estudo realizado durante 2007-2009, demoraram cerca de 350 dias a serem comercializados no mercado[2].

Em terras lusas, a fonte principal de obtenção de fármacos são as farmácias mas, em locais mais rurais, existem Postos Farmacêuticos Móveis[3], “ estabelecimentos destinados à dispensa ao público de medicamentos e produtos de saúde, a cargo de um farmacêutico e dependentes de uma farmácia, podendo estes ser instalados em locais onde não exista uma farmácia ou posto farmacêutico móvel a menos de 2 km em linha reta”[4].

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