UAEM Brasil

Organizações exigem maiores contrapartidas de Programa Europeu de Pesquisa e Desenvolvimento

[:en]AMSTERDAM—European public health advocates have called upon the European Commission to make substantial changes to how it funds research and development (R&D) projects for new medicines, to allow for greater public access to the innovations that it helps to fund. “Europeans have a right to question why they are funding R&D projects without the European Commission … Read moreOrganizações exigem maiores contrapartidas de Programa Europeu de Pesquisa e Desenvolvimento

Relato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na BasiléiaRelato da Conferência da UAEM Europa na Basiléia

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

A conferência da Basiléia

A UAEM é grande na Europa: na recente conferência da Basiléia, organizada pelos UAEMers suíços, recebeu cerca de 200 pessoas de mais de vinte países europeus. O evento, que ocorreu de 25 a 27 de abril, foi um excelente momento de integração entre os capítulos regionais. Projetos correntes nos capítulos e na UAEM Europa como um todo foram apresentados, oficinas com especialistas em diversas áreas e debates que informarão o trabalho da UAEM nós próximos anos.

Estar na Conferência da Basiléia dá uma ideia do trabalho que a UAEM Brasil ainda precisa realizar. Lá, os capítulos são muitos e os UAEMers, muito engajados. Os projetos são criativos e os estudantes, pro-ativos – talvez em consequência da própria estruturação do ensino nas universidades, que tomam atividades paralelas ao estudo como elementos fundamentais na formação de atores sociais responsáveis. Muitos que lá estavam eram novatos na UAEM. Para eles, uma “aula introdutória” foi ministrada por UAEMers mais experientes da América do Norte. Alguns dos novos não estarão mais na organização no ano que vem, outros poderão ter participação intermitente, e mais se envolverão totalmente no trabalho que fazemos. Em todas as regiões em que está presente a nossa organização, é assim. Nossas bases estudantis incorporam estruturalmente o bom e o não tão bom nos jovens – que são, no fim das contas, o mesmo: a vitalidade, a paixão e a necessidade de pôr o mundo em movimento e de se mover ainda mais rápido que ele.

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